rss
twitter
    Saiba o que estou fazendo, siga-me:)
Mostrando postagens com marcador Cotidiano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cotidiano. Mostrar todas as postagens

O lixo que vira luxo!

Eis uma boa aplicação para as garrafas pets descartadas diariamente. Só fico preocupado com uma coisa: e se incendiar?





O que o mundo come

Japão: Família Ukita, de Kodaira City
Gasto semanal em alimentos: 37.699 Yens ou US$ 317,25
Alimentos preferidos: sashimi, frutas, bolo, batatas fritas



Itália: Família Manzo, da Sicília
Gasto semanal em alimentos: 214,36 Euros ou US$ 260,11
Alimentos preferidos: peixe, macarrão, cachorro quente, peixes empanados congelados


Chade(África): Família Aboubakar de Breidjing Camp
Gasto semanal em alimentos: 685 Francos CFA ou US$ 1,23
Alimento preferido: sopa com carne fresca de cabra

Descriminalizar não é a solução



A descriminalização da maconha, para uso pessoal, ganha novos defensores de peso, como ex-presidentes latino-americanos, entre eles FHC. É uma tentativa de resolver a violência que o tráfico de entorpecentes tem promovido no país. A liberação do consumo acabaria com a disputa violenta, entre as facções de traficantes, dos pontos de venda da droga?
Os morros do Rio de Janeiro têm dado provas de como o tráfico de entorpecentes pode ser incômodo, não só para a população, mas também para a política e a imagem externa do país. A cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016 esteve estampada nos principais jornais do mundo, na última semana, em virtude dos novos níveis de violência, tendo como atores principais o tráfico e a guerra travada com a polícia. Os traficantes nunca haviam ido tão longe num confronto e dessa vez, com tiros de fuzil, derrubaram um helicóptero da polícia militar.
De maneira análoga ao comércio legal, o tráfico existe porque há demanda no consumo. Para o traficante não existe financiamento em bancos nem linhas de crédito do governo. Todo o seu investimento em armas e munições provém diretamente do comércio das drogas. Só a venda de cocaína aos cariocas rende 300 milhões de reais por ano aos traficantes. A classe média do Rio de Janeiro se mobiliza em protestos e passeatas pela paz, mas a maioria ignora a relação entre drogas e violência. Se a polícia prende um traficante hoje, não demora muito para outro assumir o lugar do que foi preso. E é pela demanda que toda a sociedade está refém e à mercê dos “donos dos morros”.
O problema, de fato, não é o traficante. O “dono do morro” é somente a ponta do iceberg, sem clientela, ele não tem poder financeiro para se armar, se municiar e travar guerras com facções rivais. Poderíamos relacionar o traficante a um ladrão e o usuário a um receptador. As penas previstas para o receptador, no nosso Código Penal, não são mais brandas que as existentes para o ladrão porque, nesse ciclo vicioso, o receptador acaba estimulando o ladrão. O usuário exerce o mesmo poder de estímulo sobre o traficante, tanto que os alvos de disputa, causadores das guerras entre facções, são pontos de venda de drogas.
A descriminalização não será a solução para o problema que está puxando a segurança pública para o fundo do poço. A liberação do consumo, de qualquer entorpecente, está longe de ser uma saída, isso só aumentaria o poder financeiro e consequentemente o arsenal dos traficantes, acirrando a disputa pelos locais de venda das drogas e aumentando a violência durante os confrontos. A solução ideal, atualmente, é inviável – não há vagas no sistema penitenciário. A repressão ao consumidor deve ter o mesmo poder de impacto que tem ao traficante: prisão. O usuário é o principal culpado pelo caos que tem se espalhado pelo Rio de Janeiro e deveria pagar pelo crime de financiar diretamente a violência que tem se expandindo em níveis nunca antes visto no país.

Bodas de Prata

O casal estava assistindo televisão, à noite... O marido diz:
- Posso saber por que você está emburrada desde que eu cheguei?
E, irada, a mulher responde:
- Hoje completamos 25 anos de casados e estamos aqui, parados em frente a esta televisão...
- MEU DEUS!! Eu estava tão atarefado que me esqueci completamente! Perdoe-me, minha querida. Vá pôr seu melhor vestido de noite, que vamos sair! Você terá uma noite inesquecível!
- Ah, querido, eu sabia que você não era um monstro insensível.

À entrada do restaurante, o maitre, todo solícito:
- Prepare a mesa do Sr. Gonçalves.
A mulher:
- Parece que eles te conhecem bem por aqui, querido.
- Ah é!... Acho que eu vim aqui para almoçar com alguns clientes.

Eles acabam de jantar e o marido propõe a ida a uma boate. Na entrada tem uma fila enorme. O marido diz à mulher que vai arranjar tudo e se dirige ao porteiro:
- Diga aí, Chicão!!! Como vai essa força?
E o Chicão, responde:
- Tá muito bem, Sr. Gonçalves. Pode ir entrando!

Dentro da boate, o dono vem falar com eles:
- Boa noite, Sr. Gonçalves! E diz, logo em seguida: - Liberem a mesa do Sr. Gonçalves!!
A mulher, desconfiada:
- Você vem sempre aqui?
- Ah, não! O dono é um cliente da firma...
Uma vez na mesa, a garçonete vem e diz:
- O de sempre, Sr. Gonçalves?

Enquanto isso, uma mulher que terminava um strip-tease em cima do palco grita:
- E A CALCINHA, VAI PRÁ QUEM, GALERA?!!!
A boate, em peso, exclama:
-GONÇALVES!!! GONÇALVES!!! GONÇALVES!!!

A esposa, furiosa, sai da boate, o marido vai atrás e eles entram juntos num táxi.
O marido tentando apaziguar as coisas:
- Querida, não vamos estragar esta noite maravilhosa, com certeza eles me confundiram com outro Gonçalves....
- Você está pensando que eu sou alguma idiota? Canalha! Não me toque mais!!! Blá, blá, blá... Eu sou mesmo uma otária, blá blá blá.... Seu grande f-d-p, blá, blá, blá...
Nisso, o motorista do táxi se vira e diz:
- Gonça, quer que coloque a puta pra fora do carro?
- F*#$%.....

(Essa o Alisson Ceolin enviou por email - muito boa)