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Escravos sob uma República Democrática

O que eu vou dizer aqui pode parecer loucura, ou uma visão utópica.

Mas tenho percebido a mensagem contida nas leituras que tenho feito.

Só há uma maneira da gente por o dedo na cara do Estado e exigir que se faça, e se aplique, o que a grande maioria achar justo.

É ilusão de que iremos conseguir mudar alguma coisa através das urnas. Isso não existe. Numa República Democrática, existem basicamente duas classes de pessoas: os políticos e os eleitores.

O nosso conceito de liberdade é enviesado. Mesmo em um regime democrático, continuamos sendo escravos. E não são as empresas que nos escravizam. As empresas são tão vítimas como nós.



 Somos todos escravos do Estado. O Estado não gera riquezas. O Estado depende do nosso trabalho para existir. Nós geramos as riquezas necessárias para manter a máquina estatal funcionando. E aí é que está o ponto fraco do monstro.

O Estado para poder funcionar, depende da cobrança de impostos. Para fazer funcionar essa política de 'contribuição', o Estado detém o monopólio da força e da violência. O nosso Código Penal, tem artigo que trata disso:
"Roubo é o ato de subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa (ou não), ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência. (art. 157, caput, do Código Penal)".

A questão é que o Estado tem o poder de usar a força para atingir os seus fins, que um deles é a cobrança de tributos. Se uma empresa sonegar, o Estado por meio da força fecha e confisca os bens do inadimplente. Então, sonegar, defintivamente não pode ser uma opção, pois seremos vítimas do monstro.

Relembrando, trabalho, produção é o que gera riquezas.

Alguém já percebeu que quando há greves, e o risco de greves gerais, o Governo treme as pernas?

E aí que brilha a luz no fim do túnel. Se não há geração de riquezas no Estado, como há de se sustentar um Governo que depende do NOSSO TRABALHO para existir?

A solução é simples: GREVE GERAL! Cada brasileiro, empregado no setor privado, parado.

Parece loucura, mas não há outra forma de parar o Estado, que não seja uma greve geral. Cada dia de paralisação causaria um rombo nas contas do Governo, que nós meros escravos temos que pagar de cabeça baixa.

Fica a dica... ;)

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