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A mentira da discriminação e exclusão social

Hoje pela manhã, vindo para a aula, passei por um sujeito, amigo de infância a espreita em uma esquina, próxima de casa. O infeliz coleciona passagens na polícia e entradas e saídas do sistema penitenciário por delitos cometidos para sustentar o vício.

Enfim, fiquei pensando a respeito da vida desses delinquentes (também tem um caso na minha família, um primo viciado) e o papel que a sociedade exerceu sobre a marginalização dos mesmos.

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Desculpem, revolucionários, mas EU RÍ E MUITOOO!! hahahahaha


Deturparam Marx


Os marxistas atuais, depois do marxismo ter matado milhões de pessoas, depois da queda do Muro da Vergonha de Berlim, depois do desmoronamento da falida URSS, depois de 50 anos de ditadura socialista em Cuba, depois do fracasso mundial do marxismo, inventaram mentiras para dizer aos alunos nas escolas e nas universidades, dizem eles – “não existiu socialismo”, “deturparam Marx”, “não eram socialistas”, “fizeram errado”, "foi culpa de Stalin", e outras mentiras descaradas.
Pois bem, vejamos então quais foram as ordens de Marx escritas no Manifesto Comunista de 1848 e comparemos com o que foi feito pelos seus seguidores !

A vida é uma roda gigante

Estava o gremista no Monumental, observando o coletivo da equipe e orando para ser justo, quando ao olhar para o lado viu um fariseu com a camisa vermelha também orando e com lágrimas nos olhos. Disse o miserável ao gremista: “fui impotente para vencer o Flamengo em duas ocasiões, sequer um solitário gol marquei e, nesse momento, estou em vossas mãos e em vossos pés, ajudai-me em nome de Deus! Estou há trinta anos sem ganhar este título!” O gremista sorriu e falou que, antes de tudo, deveria o miserável pedir a remissão dos pecados e depois orar. Mas fervorosamente, sem simulacros, desejando a redenção e a conquista.
Ao que o fariseu respondeu: “não tenho coerência, não tenho honra e nem vergonha na cara! Sou mais um desprezível que trabalha por interesses escusos na imprensa esportiva deste Estado! Sabeis que o todo poderoso, o transcendente, não escuta minhas preces! O que fazer?”

Abaixo a verdade

De 1990 até o ano passado, a direita nacional não fez senão tentar por todos os meios aplacar o inimigo, oferecendo-lhe uma resistência débil e risível que só criticava seus pequenos erros econômico-administrativos para melhor ajudá-lo a ocultar seus crimes maiores.

Todos aqueles supostos liberais e conservadores que se calaram a respeito do Foro de São Paulo quando ainda era possível deter o crescimento do monstro - ou que até mesmo me acusaram de alarmismo e obsessão por insistir em falar do assunto - posam, agora, como especialistas tarimbados na matéria, verdadeiros profetas retroativos, que repetem, sem citar-lhes a fonte, e com um atraso que as torna perfeitamente inúteis, as advertências que fiz em tempo.

Em defesa da liberdade ibero-americana


Alejandro Peña Esclusa, presidente da UnoAmérica, dá detalhes sobre a forma como a organização desenvolve suas atividades e cresce em tamanho e influência, em entrevista à revista espanhola Sector Ejecutivo.
UnoAmérica se dispõe a todos os setores da Espanha e da Europa em geral para entrar em contato, explicar suas realidades e fornecer informação sensível para a segurança e defesa da Europa por cidadãos que pertencem a cada uma das nações da Ibero-América. Esta organização com seu presidente à frente, está defendendo ativamente a liberdade em um país tão querido como Honduras e que Alejandro Peña Esclusa sintetiza da seguinte maneira: "Chávez está intervindo indevidamente e de uma maneira inaceitável nos assuntos internos de Honduras, e é o principal elemento de perturbação para a paz e a estabilidade desse país. Zelaya não poderia atuar da maneira como está fazendo sem o apoio logístico, financeiro e político de Hugo Chávez. E, além disso, acreditamos que Chávez está fazendo o possível para derrocar o Governo legítimo de Roberto Micheletti".
Sector Ejecutivo - Em que situação se encontra UnoAmérica e em quais países está presente?
Alejandro Peña Esclusa - UnoAmérica, apesar de ter-se fundado há poucos meses, em dezembro de 2008, cresceu enormemente, recebendo nos últimos tempos umas 14 solicitações de incorporação de toda a América Latina de Organizações Não-Governamentais (ONGs). Recentemente, por nossa atuação em Honduras, uma plataforma de várias dezenas de ONGs de Honduras se filiaram à UnoAmérica. Uma de nossas organizações fundacionais é a Federación Verdad Colombia que agrupa 22 ONGs desse país; também há representação de ONGs da Venezuela, do Equador, da Bolívia, do Uruguai, da Argentina e de Honduras, assim como pessoas que têm liberdade para aderir no Brasil e no resto dos países latino-americanos que vivem no exterior. Temos um representante e um delegado em Barcelona, alguns em Miami e três ONGs venezuelanas no exílio que têm seu domicílio nos Estados Unidos e que recentemente se filiaram. UnoAmérica cresceu muito rapidamente nos últimos meses e está se convertendo em uma opção de luta e de progresso.
SE - Pode-se dizer que cada UnoAmérica é composta por distintos cidadãos que se filiam, é assim?
Esclusa - A forma como estamos organizados é através de ONGs que se filiam à plataforma, porém temos uma atitude aberta. Por exemplo, na Argentina temos três pequenos partidos políticos regionais que formam parte da plataforma e que se filiaram de maneira formal. Temos alguns princípios e valores que compartilhamos e todo aquele que queira se juntar a eles é bem-vindo.
SE - Quais são as principais atividades às quais se dedicam?
Esclusa - UnoAmérica funciona tanto nos países democráticos como Colômbia, quanto naqueles outros que sofrem ditaduras que chamamos de "terceira geração", como a Venezuela. Estivemos realizando experimentos muito interessantes em que todas as organizações se focalizam em um determinado país quando se apresenta uma crise. Por exemplo, quando o governo boliviano planejou e perpetrou o massacre no estado de Pando, na América do Sul, várias de nossas organizações deslocaram até lá várias delegações para fazer uma investigação no local com testemunhas presenciais, e realizamos um informe que apresentamos ante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), onde acusamos Evo Morales e vários de seus correligionários por delitos de lesa-humanidade. Do mesmo modo, quando ocorreu o massacre na zona amazônica do Peru, UnoAmérica foi a organização que revelou os nexos da organização indigenista que esteve vinculada ao massacre com Evo Morales e Hugo Chávez, e pudemos abrir os olhos do povo peruano de que se tratava de uma manobra de desestabilização internacional.
Por exemplo, no caso dos computadores de Raúl Reyes, na Colômbia, temos feito todo o possível para divulgar alguns desses correios eletrônicos e assinalar quem em outros países estão vinculados às FARC. Recentemente, com a situação que se viveu em Honduras, fomos a primeira organização no mundo a reconhecer o novo Governo presidido por Roberto Micheletti, e temos feito um trabalho de divulgação em todas as partes do mundo para mostrar que os pontos de vista da OEA estavam totalmente manipulados, parcializados, enviesados, pois o que ocorreu ali foi a defesa legítima da Nação frente a um modelo que se queria impor idêntico ao da Venezuela, da Bolívia, do Equador e da Nicarágua. E dessa maneira, somos como uma equipe de tarefas (o que chamaríamos em inglês de "task force") que se desloca de uma lugar para outro quando se apresenta uma crise, e atuamos de maneira conjunta em um dado momento para defender a democracia e a liberdade em uma região, em um país, quando a democracia e a liberdade estão ameaçadas.
SE - Até que ponto vocês consideram importante estar nos meios de comunicação?
Esclusa - Esse é um dos aspectos-chave de nossa atividade, porque, em boa medida, os que destroem a democracia e a liberdade estão vinculados ao narco-tráfico e ao terrorismo na América Latina e se amparam na escuridão. Na medida em que se lhes combate publicamente, torna-se-lhes mais difícil o trabalho. Também acreditamos que nosso trabalho não deva se limitar à América, mas na Europa devem se conhecer estes detalhes, estes nossos vínculos porque afeta decisivamente sua estabilidade.
SE - Pode-se dizer que uma das partes da coluna vertebral ideológica de UnoAmérica é a defesa a qualquer custo dos regimes democráticos na Ibero-América, e que as acusações que se lançam por identificá-los com a ultra-direita são infundadas?
Esclusa - As críticas que se fazem à UnoAmérica são tão exageradas que demonstram que realmente não têm motivos para atacar. Eu acredito que as desqualificações estão baseadas em calúnias. Mas, bem, UnoAmérica está fincada em dois pés e que procura salvar a nossa região do avanço do fundamentalismo indigenista, do narcotráfico, desta nova ditadura que se chama Socialismo do Século XXI. O primeiro pé é o de proteger o continente Ibero-Americano e o segundo pé, o de construir uma comunidade econômica latino-americana, como a européia, já que temos os mesmos costumes, a mesma cultura, a mesma religião, e assim aproveitar os recursos do continente mais rico do planeta para, através da integração, atrair um império em desenvolvimento econômico, industrial e cultural, porém o principal obstáculo nesse momento é o Foro de São Paulo, quer dizer, Chávez e seus aliados.

* Entrevista publicada na revista espanhola Sector Ejecutivo de novembro de 2009.
Tradução: Graça Salgueiro

O genocida vem aí


ahmadinejadBruno Pontes lembra: Lula já declarou que Ahmadinejad é "um irmão". E interceptação de um navio com destino a Síria, para ser entregue ao Hezbollah, com 500 toneladas em armas o confirma. No navio, havia armamento brasileiro, como informa o jornalista Políbio Braga.
A Marinha de Israel interceptou terça-feira passada, a 160 quilômetros de sua costa, um navio carregado com 500 toneladas de armamento - cerca de nove mil bombas, três mil foguetes Katyusha, vinte mil granadas e mais de 500 mil balas, entre outros objetos. Segundo a inteligência israelense, as armas seriam entregues à Síria, que as entregaria ao Hezbollah no Líbano. O Hezbollah é uma organização terrorista cujo objetivo é matar o maior número possível de judeus e destruir Israel.
Quem forneceu as armas encontradas no navio? Quem é o responsável por equipar o Hezbollah e o Hamas? Daqui a alguns dias, o homem por trás dos carregamentos será recebido em nosso país com tapete vermelho. Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã. O psicopata que deseja apertar o botão do segundo holocausto judeu. Do primeiro holocausto, na visão dele.
Parlamentares do PT, do PC do B, do PSOL, professores universitários anti-Israel e jornalistas que prestam assessoria ao Hamas deveriam recepcionar Ahmadinejad no aeroporto com beijos e abraços. Durante a operação Cast Lead, quando Israel reagiu a oito anos de chuva de foguetes lançados pelo Hamas a partir da Faixa de Gaza, o discurso de Ahmadinejad foi endossado com entusiasmo por nossos esquerdistas radicais e idiotas úteis. Exigiam a rendição de Israel aos seus carrascos e igualavam os israelenses aos nazistas. Foi o que fez o PT em nota publicada no site do partido.
Lula já declarou que Ahmadinejad é "um irmão". Não, me confundi. Lula chamou de "irmão e líder" outro ditador carniceiro, Muammar Kadafi. O que Lula disse a respeito de Ahmadinejad foi que ele, Lula, não é "obrigado a não gostar de uma pessoa porque o outro não gosta. O Brasil tem sua soberania". O Brasil é soberano para fazer aliança com um genocida. Viva, viva!
Quando Ahmadinejad estiver aqui assinando papéis com Lula e servindo de escada para rompantes nacionalistas e amorais do nosso presidente soberano, tenha em mente que o iraniano é um dos motores da jihad contra o mundo livre. Ahmadinejad é agente de influência global e vem marcando posição na América Latina, na base de antiamericanismo, patrocínio a grupos terroristas e ódio mortal aos judeus e a Israel, a única democracia do Oriente Médio, o pequeno país cercado de inimigos por todos os lados.

Vejam os presentinhos que o Hezbollah receberia do amigo de Lula. Vídeo publicado no canal das Forças de Defesa de Israel no Youtube:


Artigo publicado no jornal O Estado

Bruno Pontes é jornalista - http://brunopontes.blogspot.com
* * * * *

Nota da editoria do MSM - Segue o artigo de Políbio Braga sobre o que a imprensa omitiu: no navio que levava armas para o Hezbollah, uma considerável parte do armamento é de origem brasileira.

Atenção - Navio iraniano abordado por Israel tinha armamento brasileiro para o Hezbolah

A mídia internacional e brasileira chegou a divulgar a informação de que as Forças de Segurança de Israel apreenderam o navio iraniano Francop no Golfo de Omã, carregado de armamentos, sob o disfarce de mercadorias comuns enviadas para Teerã pela Síria (o navio ainda passou pelo porto egípcio de Damietta, onde agentes americanos perceberam a carga). Irã, Egito, Síria e o Hezbolah (aos terroristas destinava-se a carga) negaram tudo. O noticiário, com informações escassas, foi publicado nos dias 4 e 9 de novembro.

O que a mídia não informou: boa parte do armamento é de origem brasileira, como se percebe na foto que você verá a seguir. A foto integra um conjunto de outras fotos e videos da operação de apreensão. A abordagem do navio em águas internacionais não foi registrada em fotos e videos, mas a operação militar teve cobertura logística americana.

O editor recebeu a informação neste final de semana,manteve contatos com São Paulo, Brasília e Tel Aviv em busca de confirmação. Antes de publicar esta nota, o editor também vasculhou a clipagem de outras publicações do dia e percebeu que nenhuma das notícias referiu-se à existência de armamento brasileiro na carga do Francop.

Este incidente internacional é muito mais grave do que parece. Afinal de contas, neste mês de novembro, o Brasil recebe dois inimigos localizados justamente na área: Israel e Irã. São os dois protagonistas principais desse ainda não explicado caso de armamentos brasileiros destinados pelo Irã aos terroristas do Hezbolah.

O governo brasileiro deve explicações e precisa pedir explicações ao Irã. Aliás, neste final do mês, o presidente iraniano Ahmanidajad visitará Lula. Esta será uma boa oportunidade.

CLIQUE a seguir para ler a reportagem completa: http://www.owurman.com/blog/
Examine o video:


Agosto


Rubem Fonseca, autor do romance “Agosto”, nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais, em 11 de maio de 1925. É graduado em Direito e, antes de iniciar a carreira literária, exerceu diversas atividades. No último dia de 1952, com a função de comissário, iniciou a sua carreira na Polícia Civil do Rio de Janeiro, lotado no 16º Distrito Policial, em São Cristóvão. Permaneceu pouco tempo nas ruas. Foi, na maior parte do tempo, até ser exonerado em fevereiro 1958, um policial de gabinete. Após sua exoneração, Rubem trabalhou na Light – estatal de energia elétrica, na época – até se dedicar totalmente à literatura. Em 2003, recebeu o Prêmio Camões, o mais prestigiado prêmio literário para a língua portuguesa. Este ano, 2009, lançou mais um romance: O Seminarista.
Agosto é um romance, publicado em 1990, protagonizado pelo comissário de polícia Alberto Mattos. A cronologia dos eventos no enredo se dá em agosto de 1954, mês e ano do suicídio do então presidente Getúlio Vargas, misturando ficção com acontecimentos históricos. Mattos, como é frequentemente chamado no livro, aparenta ser o único policial honesto no distrito onde trabalha. Seu superior, o delegado Ramos, usa o nome do comissário com a intenção de intimidar os banqueiros quando cobra propina, para não fechar os pontos do “jogo do bixo”. O comissário é citado várias vezes na obra sofrendo de dor no estomago, causada por uma úlcera.
O romance é iniciado com um homicídio. O Ten. Gregório Fortunato, conhecido também como Anjo Negro, chefe da guarda pessoal do Pres. Vargas, foi o primeiro suspeito do crime ocorrido no oitavo andar do edifício Deauville, que vitimou Paulo Gomes Aguiar, presidente da Cemtex. A suspeita inicial, de Mattos, recaiu sobre o tenente pelo nome do mesmo ter sido encontrado em uma agenda de Gomes Aguiar, um anel e alguns pelos em um sabonete, que um perito sentenciou ser de um homem negro. Para reforçar a tese da autoria do crime, testemunhas haviam avistado na noite do crime um homem negro e forte.
Anjo Negro, na verdade, foi o mandante do atentado que, historicamente, ficou conhecido como o “Crime da Rua Tonelera”. Gregório, após incessantes ataques do político e jornalista Carlos Lacerda ao governo de Vargas, articulou com um de seus subordinados o atentado que culminou na morte do Major Vaz, oficial da Força Aérea Brasileira, e tinha por alvo o jornalista. Alcino, pistoleiro contratado por Climério – membro da guarda pessoal de Getúlio foi o autor dos disparos que além de ferir o jornalista, acabaram tirando a vida do oficial da FAB. O atentado deflagra uma crise política, e os militares abrem um inquérito paralelo ao da polícia, conseguindo prender o atirador, o motorista e Climério.
Gregório é capturado e fica detido em uma base da FAB. Mattos, sabendo da prisão de Anjo Negro, vai até a base tentar interrogar o tenente, mas é barrado pelos militares. Como a evidência, capaz de ligar o assassino à cena do crime, é um anel, o comissário pergunta ao Capitão Ranildo, que o acompanha na base, se Gregório está usando um anel. Ranildo diz que Gregório está usando um anel, e pede para um cabo trazer o objeto para o comissário verificar. Os tamanhos não batem.
Alice, mulher de Pedro Lomagno e uma das namoradas de Mattos, em uma conversa com o comissário diz que o marido tem um amigo negro, Chicão. Mattos sabe, por intermédio de Alice, que Pedro é amante de Luciana Aguiar, viúva de Paulo. O comissário entende o mistério e começa a montar o quebra-cabeça – trata-se, então, de um crime passional com aspirações financeiras. O suspeito do caso do edifício Deauville agora é Chicão, amigo de Pedro. Lomagno sente-se acuado e manda Chicão matar o comissário.
O clima ficou tenso na Câmara dos Deputados. O atentado da rua Tonelera serviu de combustível aos opositores do governo, que pediam veementemente a renúncia do presidente. Do plenário ouviam-se gritos de protesto como “assassino, ditador, criminoso”, contra Vargas. Coordenados por membros da UDN – União Democrática Nacional – partido oposicionista ao governo de Getúlio, deputados da oposição gritavam em coro: “Renúncia, Renúncia, Renúncia”. Numa reunião da FAB, com todos os brigadeiros-do-ar presentes na capital, ficou decidido unanimemente que somente a renúncia de Vargas seria capaz de restaurar a tranquilidade no país.
No Palácio do Catete, após uma longa reunião com os ministros, sobre a crise, Getúlio Vargas dirige-se ao seu quarto. Veste um pijama, apaga a luz e deita. Acorda cedo. Benjamim o despertou para avisar que havia sido intimado a depor no Galeão. Após Benjamim retirar-se, Vargas volta a deitar. Nesse instante, de olhos abertos, mas sem ver, imagina sua morte. Vargas, sentindo-se cercado pelos inimigos e sem saída, opta pelo suicídio. Um tiro no coração tirou sua vida. Em sua carta testamento o presidente diz que “sai da vida para entrar na História”.
Enquanto o comissário, de madrugada, caminhava nas imediações do palácio, procurando um botequim para tomar um copo de leite, ouvia choros, gritos e um grupo desafinado que cantava o Hino Nacional. Não encontrou nenhum boteco aberto. Com um “carteiraço”, o comissário entrou no palácio. Queria ver o presidente morto. Por volta das oito horas da manhã, Lutero Vargas, João Goulart e o Gal. Caiado de Castro fecharam o caixão. Mattos acompanhou o cortejo que seguiu pela praia do Flamengo em direção ao aeroporto Santos Dumont. O caixão foi colocado em um avião da “Cruzeiro do Sul” e rumou em direção ao mar. A morte de Getúlio acabou mergulhando o país no caos. Simpatizantes do presidente suicida entraram em confronto com os militares que revidavam lançando bombas de gás.
Após o cortejo, Mattos volta para seu apartamento. Fala com Salete ao telefone, outra namorada, que acaba indo ao apartamento do comissário. A dor causada pela úlcera é tão intensa que Mattos chega a suar. Chicão chega ao apartamento. O comissário devolve o anel, que o sujeito calmamente colocou de volta no dedo. A tiros, Chicão, tira a vida do comissário e de sua namorada.
Analisando a obra de Fonseca, em uma reflexão, percebe-se que os problemas de quase 60 anos atrás no Brasil, ainda continuam vivos. Superlotação da população carcerária, corrupção policial – envolvimento de policiais com banqueiros do jogo do bixo. Fica evidenciado no livro, também, o jogo de interesses e troca de favores entre governo e empresários, espécie de corrupção que vez por outra é noticiada pela imprensa, ainda hoje.

Descriminalizar não é a solução



A descriminalização da maconha, para uso pessoal, ganha novos defensores de peso, como ex-presidentes latino-americanos, entre eles FHC. É uma tentativa de resolver a violência que o tráfico de entorpecentes tem promovido no país. A liberação do consumo acabaria com a disputa violenta, entre as facções de traficantes, dos pontos de venda da droga?
Os morros do Rio de Janeiro têm dado provas de como o tráfico de entorpecentes pode ser incômodo, não só para a população, mas também para a política e a imagem externa do país. A cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016 esteve estampada nos principais jornais do mundo, na última semana, em virtude dos novos níveis de violência, tendo como atores principais o tráfico e a guerra travada com a polícia. Os traficantes nunca haviam ido tão longe num confronto e dessa vez, com tiros de fuzil, derrubaram um helicóptero da polícia militar.
De maneira análoga ao comércio legal, o tráfico existe porque há demanda no consumo. Para o traficante não existe financiamento em bancos nem linhas de crédito do governo. Todo o seu investimento em armas e munições provém diretamente do comércio das drogas. Só a venda de cocaína aos cariocas rende 300 milhões de reais por ano aos traficantes. A classe média do Rio de Janeiro se mobiliza em protestos e passeatas pela paz, mas a maioria ignora a relação entre drogas e violência. Se a polícia prende um traficante hoje, não demora muito para outro assumir o lugar do que foi preso. E é pela demanda que toda a sociedade está refém e à mercê dos “donos dos morros”.
O problema, de fato, não é o traficante. O “dono do morro” é somente a ponta do iceberg, sem clientela, ele não tem poder financeiro para se armar, se municiar e travar guerras com facções rivais. Poderíamos relacionar o traficante a um ladrão e o usuário a um receptador. As penas previstas para o receptador, no nosso Código Penal, não são mais brandas que as existentes para o ladrão porque, nesse ciclo vicioso, o receptador acaba estimulando o ladrão. O usuário exerce o mesmo poder de estímulo sobre o traficante, tanto que os alvos de disputa, causadores das guerras entre facções, são pontos de venda de drogas.
A descriminalização não será a solução para o problema que está puxando a segurança pública para o fundo do poço. A liberação do consumo, de qualquer entorpecente, está longe de ser uma saída, isso só aumentaria o poder financeiro e consequentemente o arsenal dos traficantes, acirrando a disputa pelos locais de venda das drogas e aumentando a violência durante os confrontos. A solução ideal, atualmente, é inviável – não há vagas no sistema penitenciário. A repressão ao consumidor deve ter o mesmo poder de impacto que tem ao traficante: prisão. O usuário é o principal culpado pelo caos que tem se espalhado pelo Rio de Janeiro e deveria pagar pelo crime de financiar diretamente a violência que tem se expandindo em níveis nunca antes visto no país.

O leopardo

TOMASI DI LAMPEDUSA, Giuseppe. O leopardo. Porto Alegre: L&PM, 1983. 206 p. 


O leopardo é uma obra do Príncipe Giuseppe Tomasi di Lampedusa, Duque de Parma. O romance foi escrito entre 1955 e 1957 enquanto definhava de uma doença que o mataria, em julho de 1957, logo após concluir a obra. O texto é narrativo e com uma forte descrição e marcante detalhamento dos cenários e ambientes em que a obra se desenrola.

O romance, num primeiro instante, se passa em Villa Salina, na atual província de Palermo, região Siciliana, Itália. Símbolo da família dos Salinas, o Leopardo é atribuído, também, ao Príncipe Dom Fabrizio, personagem principal da obra. Dom Fabrizio é descrito como um chefe de família, amante da matemática e astronomia. Com frequência, o Príncipe é referenciado no texto em batalhas internas, entre ser rude, para com seus interlocutores, ou amável, vencendo quase sempre sua amabilidade.

Situada nos arredores de Villa Sallina, está a Villa Falconeri, pertencente a Tancredi, sobrinho do Príncipe. Tancredi Falconeri é descrito como um rapaz astuto, bem humorado e irreverente, características que arrebataram o coração do seu tio, Dom Fabrizio. O jovem Falconeri participou da tomada de Sicilia, junto com os homens de Garibaldi. Após a tomada da ilha, pela sua atuação em campo de batalha, foi-lhe conferido o título de Capitão.

Na temporada de férias, de agosto a novembro de 1860, os Salinas viajaram à Donnafugata, descrita no romance com um enorme palácio, com vários pátios e jardins, entre sua construção, além de imensos salões e inúmeros quartos. Nesse ponto se inicia a história de amor entre Tancredi e Angélica, filha do prefeito local. O Príncipe Salina via nela uma oportunidade única para seu sobrinho, falido pela má administração de seu falecido pai, de se levantar política e financeiramente.

Dom Fabrizio veio a falecer em julho (mesmo mês que o autor) de 1883. Em seu leito de morte, estava rodeado por suas filhas, Concetta e Carolina, seu neto, filho de Concetta, Fabrizietto, seus sobrinhos Tancredi e Angélica. A história se encerra em maio de 1910, no mesmo local onde teve início, Villa Salina, com a visita do Sumo Pontífice à capela mantida pelas três irmãs, filhas do Príncipe de Salina.

Em uma análise aprofundada do texto, é possível refletir sobre alguns aspectos omitidos no resumo, como a indiferença que os habitantes supostamente tinham em relação à unificação da Itália. Em um diálogo entre o Príncipe e um representante do novo governo, torna-se evidente que os sicilianos não eram desejosos de mudanças, pois, segundo Dom Fabrizio, eles eram perfeitos, eram deuses, mesmo vivendo em total miséria.

Outro aspecto que chama atenção no texto é a religiosidade. Essa era tanta, que em Donnafugata o príncipe mantinha um convento, sem falar da igreja em Villa Salina e a estreita relação do Príncipe com um padre jesuíta. É um texto muito interessante, e embora fictício, remete a fatos históricos, como “o desembarque dos mil de Garibaldi” na luta pela unificação da Itália.

Regras de boas maneiras no Twitter

Dei uma pesquisada no google, e não foi difícil encontrar várias recomendações legais, sobre como usar o Twitter de um jeito atrativo e diferencial.

Em qualquer lugar se não houverem regras de boas maneiras, o ambiente acaba virando uma bagunça. Se vê muitas 'Twittadas' com recomendações de gente a seguir, que vão seguir atrás.

A questão é: o que a quantidade de seguidores vai mudar na tua vida, se quando 90% das tuas mensagens são só indicação? Não tenho conhecimento de ninguém que esteja faturando dinheiro, de internautas comuns, através do twitter. E é óbvio o do porquê: não há como faturar com links patrocinados, como em blogs.
Então pra que número? Vai mudar em que?

Quer popularidade é? Então paga um serviço do tipo adSense do Google, que teu nomezinho será visto em vários sites, de acordo com o plano que tu pagar.
Acho legal, sim, seguir e ser seguido. O serviço acaba proporcionando uma maneira de conhecer mais pessoas. Mas assim como é fácil seguir, é fácil deixar de seguir, e por isso, vou deixar duas recomendações: 
  1. Jamais peça para ser indicado. Vejo gente implorando pra ser indicada. Vou indicar pra quê? Negativo, não vou indicar ninguém que não tenha conteúdo relevante. A melhor indicação é o RT, 'tuíte' algo interessante que, com frequência, vão te Retwitar, atraindo novos seguidores.

  2. Evite floodar com mensagens do tipo: FOLLOW @fulano @sicrano @beltrano. Se aparecer alguém pra me seguir, e eu ver nos últimos updates muitas mensanges de indicações, eu não retribuo o favor. Vou seguir pra quê? Encher de arrobas a conversação? Nem pensar. Da mesma forma pro povo que eu sigo, to nem aí se tá me seguindo, unfollow na hora.
Outras regras de etiquetas: 

E mais uma, errar é humano. Mas assassinar a língua portuguesa em cada update é burrice.

Como se proteger de "roubos" na Internet

Não tenho a intenção que este post vire referência, já tem muita coisa boa a respeito na rede, mas vale a pena dar uma reforçada.
Hoje, e sempre, o maior problema de segurança são os usuários. De nada vale ter um pc, atualizado, com as últimas definições de vírus na base de dados do antivírus, se o usuário não tiver o mínimo de bom senso e cautela com o que lhe é enviado ou com o que encontro na rede.
Segue abaixo alguns "toques" para evitar de cair em um dos truques:
  1. Não, definitivamente não. Não é você naquela foto, que supostamente, teu amigo enviou em um link que no final aparece teu endereço de e-mail.
  2. Não, também não tem vídeo nenhum de uma amiga tua, ou de amigo do teu amigo, bêbada, fazendo sexo com três ao mesmo tempo. 
  3. Não, de maneira alguma existe mágica para remover teu nome no SERASA/SPC. A única, que se tem conhecimento, é pagando a dívida.
  4. Pode ser que tu estejas no SPC, mas já pensou de onde é que eles tem o teu e-mail? Definitivamente, o SPC/SERASA não envia e-mail aos caloteiros.
  5. Deixa de ser curioso e vai cuidar da tua vida. Em caso de dúvida, releia todos os passos anteriores.
Seja cético com o que te enviam via msn, orkut e por aí vai. Duvide sempre do conteúdo, a infecção só ocorrerá depois da execução do software mal intencionado, ou seja, na maioria dos casos, se após baixar o dito e não clicar em abrir, não vai ocorrer nada.

Bodas de Prata

O casal estava assistindo televisão, à noite... O marido diz:
- Posso saber por que você está emburrada desde que eu cheguei?
E, irada, a mulher responde:
- Hoje completamos 25 anos de casados e estamos aqui, parados em frente a esta televisão...
- MEU DEUS!! Eu estava tão atarefado que me esqueci completamente! Perdoe-me, minha querida. Vá pôr seu melhor vestido de noite, que vamos sair! Você terá uma noite inesquecível!
- Ah, querido, eu sabia que você não era um monstro insensível.

À entrada do restaurante, o maitre, todo solícito:
- Prepare a mesa do Sr. Gonçalves.
A mulher:
- Parece que eles te conhecem bem por aqui, querido.
- Ah é!... Acho que eu vim aqui para almoçar com alguns clientes.

Eles acabam de jantar e o marido propõe a ida a uma boate. Na entrada tem uma fila enorme. O marido diz à mulher que vai arranjar tudo e se dirige ao porteiro:
- Diga aí, Chicão!!! Como vai essa força?
E o Chicão, responde:
- Tá muito bem, Sr. Gonçalves. Pode ir entrando!

Dentro da boate, o dono vem falar com eles:
- Boa noite, Sr. Gonçalves! E diz, logo em seguida: - Liberem a mesa do Sr. Gonçalves!!
A mulher, desconfiada:
- Você vem sempre aqui?
- Ah, não! O dono é um cliente da firma...
Uma vez na mesa, a garçonete vem e diz:
- O de sempre, Sr. Gonçalves?

Enquanto isso, uma mulher que terminava um strip-tease em cima do palco grita:
- E A CALCINHA, VAI PRÁ QUEM, GALERA?!!!
A boate, em peso, exclama:
-GONÇALVES!!! GONÇALVES!!! GONÇALVES!!!

A esposa, furiosa, sai da boate, o marido vai atrás e eles entram juntos num táxi.
O marido tentando apaziguar as coisas:
- Querida, não vamos estragar esta noite maravilhosa, com certeza eles me confundiram com outro Gonçalves....
- Você está pensando que eu sou alguma idiota? Canalha! Não me toque mais!!! Blá, blá, blá... Eu sou mesmo uma otária, blá blá blá.... Seu grande f-d-p, blá, blá, blá...
Nisso, o motorista do táxi se vira e diz:
- Gonça, quer que coloque a puta pra fora do carro?
- F*#$%.....

(Essa o Alisson Ceolin enviou por email - muito boa)

49 milhões a 5

Num país com aproximadamente 150 milhões de cidadãos pró-vida, cinco aborteiros foram assassinados desde a aprovação do aborto nos EUA em 1973, na decisão Roe v. Wade. Nesses mesmos 36 anos, mais de 49 milhões de bebês foram assassinados por aborteiros. Vamos recapitular esse placar do primeiro tempo, fãs de esportes: 49 milhões a cinco.

Depois da morte a tiros de George Tiller, o aborteiro que abortava bebês no último mês de gestação, o presidente Barack Obama enviou uma mensagem de saudação de que os EUA não vão tolerar ataques contra cidadãos pró-vida ou qualquer outro americano por causa de sua religião ou crenças.

Ha, ha! Eu só estava brincando. Essa foi a sentença mais importante - com leves modificações - de um editorial do jornal The New York Times avisando acerca de teóricos crimes de ódio contra muçulmanos publicado oito meses após o ataque de terroristas muçulmanos em 11 de setembro de 2001. Será que os cidadãos pró-vida conseguirão a aprovação de um projeto de lei de crimes de ódio e inúmeros artigos dedicados a garantir aos americanos que "a maioria dos cidadãos pró-vida são pacíficos"?

Durante anos, ouvimos sobre a grave ameaça de que os americanos poderiam reagir exageradamente a um ataque terrorista cometido por 19 muçulmanos gritando "Allahu akbar" enquanto atiravam aviões comerciais em arranha-céus americanos. Isso seria o equivalente de 19 pessoas pró-vida gritando "O aborto mata um bebê com coração batendo!" enquanto estivessem eliminando a tiros milhares de cidadãos inocentes em Wichita, Kansas.

Por que é que os esquerdistas não estão se apressando para nos garantir nesta ocasião que "a maioria das pessoas pró-vida são pacíficas"? Diferente dos muçulmanos, os pró-vida são realmente pacíficos.

De acordo com uma recente pesquisa de opinião pública, a maioria dos americanos se opõe ao aborto - o que está em conformidade com a recusa histérica dos esquerdistas de permitir que votemos nesse assunto. Num país com aproximadamente 150 milhões de cidadãos pró-vida, cinco aborteiros foram assassinados desde a aprovação do aborto nos EUA em 1973, na decisão Roe v. Wade.

Nesses mesmos 36 anos, mais de 49 milhões de bebês foram assassinados por aborteiros. Vamos recapitular esse placar do primeiro tempo, fãs de esportes: 49 milhões a cinco.

Enquanto isso, menos de 2 milhões de muçulmanos vivem nos EUA e, embora os muçulmanos sejam menos assassinos do que os aborteiros, estou razoavelmente certa de que eles mataram mais de cinco pessoas nos Estados Unidos nos últimos 36 anos. Por alguma razão, o número "3.000" fica piscando na minha cabeça. (Esse é o número de americanos mortos no ataque terrorista de 11 de setembro de 2001.)

Assim, num país onde mais de 50 por cento da população são pró-vida - e 80 por cento se opõem aos abortos de bebês no último mês de gestação, do tipo que Tiller fazia - só cinco aborteiros foram mortos. E num país onde os muçulmanos são menos de 0,5 da população, algumas dezenas de muçulmanos mataram milhares de americanos.

Mas o assassinato de apenas um aborteiro por década leva os esquerdistas a condenar o movimento pró-vida inteiro como "terroristas internos". Pelo menos os esquerdistas finalmente acharam alguns terroristas que eles gostariam de mandar para Guantánamo.

Tiller se gabava de ter feito 60.000 abortos, inclusive abortos de bebês viáveis, aptos a sobreviver fora do útero da mãe. Ele ganhou milhões de dólares realizando abortos de bebês que estavam no último mês gestação. São abortos tão horríveis que apenas dois outros aborteiros - não um bando de melindrosos - nos EUA inteiro os fariam.

A lei do Estado do Kansas permite abortos de bebês no último mês de gestação apenas para salvar a vida da mãe ou para impedir "danos físicos irreversíveis" para a mãe. Mas Tiller estava mais do que feliz de matar bebês viáveis, contanto que as mães: 1) pagassem 5.000 dólares; e 2) mencionassem "condições substanciais e irreversíveis" que, na opinião de Tiller, evidentemente incluíam não poder ir a concertos ou rodeios ou ser "temporariamente deprimida" por causa de suas gravidezes.

Em troca de dinheiro de sangue do lucrativo matadouro de Tiller, os democratas [em muitos sentidos parecidos com os petistas] faziam uma algazarra de proteção política para o aborteiro de bebês de último mês de gestação.

Em 1997, o jornal Washington Post noticiou que Tiller esteve presente nos cafés da Casa Branca durante a presidência de Bill Clinton. Tiller era um dos maiores contribuintes das campanhas de Clinton. Além de doar 25.000 dólares para Clinton, Tiller queria agradecer pessoalmente a ele por 30 meses de proteção de delegados de polícia, tudo pago pelo contribuinte americano do imposto.

Os democratas do Kansas que receberam de Tiller centenas de milhares de dólares para suas campanhas freqüentemente intervinham para bloquear toda interferência no abortuário de Tiller.

Kathleen Sebelius, que era a governadora do Kansas até Obama torná-la ministra da saúde, recebeu centenas de milhares de dólares de Tiller para suas campanhas. Sebelius vetou um projeto de lei restringindo abortos de bebês de último mês de gestação e outro que teria exigido que Tiller entregasse seus registros relativos às "condições substanciais e irreversíveis" que estavam justificando seus abortos de bebês de último mês de gestação.

Paul Morrison, promotor geral do Kansas, também foi eleito com a ajuda do dinheiro de sangue de Tiller, pegando o lugar de um promotor geral republicano que estava no meio de uma investigação de Tiller por vários crimes, inclusive sua omissão de relatar estupros de menores, apesar de que ele fazia abortos em meninas grávidas mesmo de 11 anos de idade.

Mas logo depois que Morrison substituiu o promotor geral republicano, as acusações contra Tiller foram reduzidas e, rapidamente, ele foi inocentado de alguns pequenos crimes. No que não é um custo incomum ao fazer negócio com os democratas, Morrison já era, tendo sido forçado a renunciar quando sua amante o acusou de maus-tratos sexuais e corrupção.

Tiller era protegido não só por uma guarda pretoriana de democratas eleitos, mas também pela Igreja Evangélica Luterana da América (IELA) - por coincidência, a mesma igreja onde freqüentava um colega de Tiller que também executava pessoas: o assassino serial BTK.

A página oficial de internet da IELA instrui: "Uma vida em desenvolvimento no útero não tem um direito absoluto de nascer". Enquanto estamos decidindo quem tem e não tem um "direito absoluto de nascer", quem pode dizer que os aborteiros que matam bebês no último mês de gestação têm um "direito absoluto" de viver?

Eu mesma não mataria um aborteiro, mas não quero impor meus valores morais nos outros. Ninguém é a favor de atirar em aborteiros. Mas como é que criminalizar homens que fazem decisões difíceis e muitas vezes trágicas será um meio eficaz de alcançar a meta de reduzir a morte a tiros de aborteiros?

Se fôssemos seguir os preceitos morais dos esquerdistas, creio que a posição correta seria: Se você não crê em atirar em aborteiros, então não atire num.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

(Texto retirado do site Mídia Sem Máscara)

Considerações sobre as acusações da Globo contra a IURD

Há poucos dias, os telespectadores da televisão brasileira, de canais abertos, ficou em meio ao fogo cruzado entre as denúncias da Rede Globo à IURD e a Rede Record. Está mais que claro, que a motivação das denúncias e do 'circo' todo montado pela Rede Globo é a perda significativa de seu espaço no mercado brasileiro de comunicação. O que era antes um império, diga-se monopólio, vem sendo abocanhado por outras emissoras de TV, entre elas a Record.

Mas o que impressiona nesse circo todo, é o desespero da Globo em tentar ligar a arrecadação da IURD com a expressiva subida da Record nos gráficos de audiência. E é nesse ponto que eu quero chegar, a arrecadação financeira e a motivação do povo em ofertar. Não vou entrar nos méritos da compra da Record, creio que a aquisição da mesma foi feita por meio de empréstimos - e, foram e talvez estão sendo, bancados por arrecadação da própria emissora. Crédito é o que não faltaria para o Bispo, já que o patrimônio da IURD fala por sí só. Então, o que a Globo divulga, não passa de golpe baixo a fim de virar os holofotes da mídia e todo o resto para sí.

Bom é que a Globo também mostra entrevistas com supostos "ex-membros" da igreja do Bispo e é aqui que eu vou concentrar minha crítica, não à igreja em sí, mas o que atrai as pessoas ao que eu diria de 'solução final' para os problemas financeiros. Aparece gente, de todo o lado, dizendo que vendeu casa, carro, empresa, para ofertar na 'Fogueira Santa de Israel'. Mas e a culpa, é de quem afinal, da IURD, ou desse tipo de gente, que não se satisfaz com nada? Esse povo que vai lá, na maioria das vezes, é movido pela ganância, e não pela fé. A IURD, de maneira similar à ICAR, está dando ao povo o que eles querem. A ICAR, por um lado provê 'santos' de todos os lados, porque o povo não quer crer no que não vê, e a IURD, promete através de 'sacrifícios em dinheiro' a prosperidade.

Muitos vão dizer que eu não quero ver ninguém prosperar, pela fé, mas o que eu não aceito, é esse tipo de 'desafio' com Deus, que se eu dei, tenho de receber três, quatro, cinco e seis vezes mais. Ora, se Deus é o dono de todas as coisas, inclusive o que for dar, como é que eu vou desafiar, propondo uma troca por algo que já é dEle?

É prosperidade pra cá, é prosperidade pra lá, e Cristo, nosso salvador, onde fica? E a salvação?
Em Mt. 19:21 Jesus diz: "Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me." Note que Cristo promete um 'tesouro no céu', e não nessa vida, passageira. Em Mt. 6:19-21 temos uma recomendação sobre as riquezas terrenas: "Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração." Sumariamente, a Teologia da Prosperidade vai contra as recomendações de Cristo a respeito das riquezas.

Em I Tm. 6:10 o Apóstolo Paulo alerta: "Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores." E não é que a IURD, por amor ao dinheiro, se desviou da fé? Jesus Cristo é Je$u$ Cri$to por lá.

Conclui-se então que essa perseguição por parte da Globo é consequência direta da cobiça, em parte pelo povo, que motivou a desvirtuação da fé na IURD, e da Record, querendo disputar espaço com a 'potência' nacional das comunicações.

Hipocrisias nos meios digitais

Fico pensando sobre os sistemas de compartilhamento de arquivos, sim, eu uso, e na questão da liberação de tudo.
E se fosse uma música nossa, um software nosso, desenvolvidos a fim de arrecadar fundos?
Acho que há uma hipocrisia muito grande nesse assunto em discussão.
Se colocando no lugar dos portadores dos direitos autorais, se fosse comigo, certamente, eu não gostaria.

Pague o mal com o bem

É, concordo que muito se escreve sobre o amor. O que ninguém escreve é sobre o que é amar.
Amar é engolir a seco aquelas 'viagens' sobre confusão, sobre não te entender. É também, ter que ficar calado durante a maior decepção da tua vida, com esperança de que de certa forma as coisas voltem ao seu devido lugar.
É ir dormir pensando em alguém que não tá nem aí pra ti, se tu tá bem, mal, enfim.
É acordar, imaginando que o novo dia será melhor que o ontem, e com esperança que as coisas voltem a ser como antes.
É ficar calado diante de uma situação onde são usados dois pesos e duas medidas.
Resumindo, em uma frase: amar é ser perfeito em tudo, até com aquela pessoa que não tá nem aí se tu tá vivo ou não.
Vai e faz o que quiser. Hoje aqui, amanhã não se sabe.
O amor que eu plantei, vou colher. O que tu plantou, tu vai colher.

Pra finalizar,
Quando Deus tira algo de você, Ele não está punindo-o, mas apenas abrindo suas mãos para receber algo melhor.
O pior erro é não tentar. Vai morrer com a eterna dúvida de como teria sido. ;)

Ações que desencadeiam outras ações

Hoje, viajando, literamente, fiquei a pensar sobre as nossas ações do dia-a-dia.
Abstraindo e elevando o pensamento sobre isso a um nível filosófico, analisando cada ação/decisão tomada, como é engraçada e trágica, as vezes, o que nós acabamos de desencadear.
Fiquei refletindo sobre uma discussão que tive segunda-feira, sobre uma decisão que tive que tomar na sexta-feira, errada, mas que acarretaram em outras, erradas também, mas não da minha parte.
Isso acaba me fazendo refletir sobre o Princípio das Incertezas, algo relacionado com a Mecânica da Física Quântica, onde não temos um único resultado, e sim inúmeras possibilidades de como provavelmente seria algo.
Agora, fazendo uma análise mais simples da coisa, seria certo eu ser julgado com o único culpado, pelas outras decisões erradas tomadas por outras pessoas? Eu acho que não.
É, eu errei. Mas não é justo eu levar TODA a culpa por decisões QUE NÃO FORAM tomadas por mim.

DAER - A casa tá começando a cair

Ministério Público vai apurar denúncias de irregularidades na fiscalização do Daer
Lisiana dos Santos - MTB 8262 | PSB 14:38 - 06/05/2009
Foto: Guerreiro / Ag. AL


Deputado Schuch foi o proponente da audiência pública
Deputado Schuch foi o proponente da audiência pública

O Ministério Público Estadual vai investigar denúncias de irregularidades praticadas por agentes do Daer na fiscalização de empresas de transporte privado de passageiros no Estado. Presente na audiência pública sobre o tema, realizada na manhã de hoje (6) na Assembléia Legislativa pelas comissões de Economia e de Serviços Públicos, o promotor de Justiça Francesco Conti garantiu que, assim que receber a ata da reunião será aberto um expediente no MPE para averiguação dos fatos.

A principal acusação refere-se à atuação de um servidor da autarquia, que estaria promovendo excessos e perseguição a empresas de pequeno porte com o intuito de favorecer empresas maiores. O presidente da Comissão de Economia e Desenvolvimento Sustentável, deputado Heitor Schuch, proponente da audiência, entregou ao representante do MPE um documento contendo relatos de situações dessa natureza. Gerson Andrighetti, presidente da Associação das Pequenas Empresas de Transporte da Região Nordeste, com 16 associados, relatou o caso de um jovem proprietário de empresa de transporte que teria sido ameaçado pelo fiscal e de servidores do Daer hospedados em hotel às custas de empresa concorrente.

O presidente do Conselho de Tráfego e diretor de Operação e Concessões do Daer, Antônio Augusto Silveira Martins, disse que não tinha conhecimento até então dos fatos relatados e garantiu que os mesmos serão averiguados. “Qualquer desvio de conduta por parte de fiscais será apurado”.

O setor também reclama de intolerância na aplicação das resoluções do Daer, especialmente quanto às listagens com o nome dos passageiros. “Por causa de qualquer pequeno detalhe, como um nome ou um número de identidade errados na listagem os veículos são multados e guinchados. Já das grandes empresas esse procedimento não é exigido”, criticou Clóvis Cavalheiro da Rosa, presidente da Associação Gaúcha de Vans e Similares (Agavans), que representa 68 empresas.

O deputado Heitor Schuch destacou que a comissão continuará acompanhando o assunto e sugeriu ainda a criação de uma ouvidoria dentro do Daer, para atender e responder às reclamações das empresas e usuários de transporte coletivo.



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